Não é pedra,
nem solidão,
nem luz molhada!
É canto, vento, labareda,
são os teus braços,
estendidos
amparando a minha queda!
É um azul puríssimo,
isento de toda a nuvem...
... e de crueldade: 

- Toque de sinos no campo,
dizendo que a noite vem -.
É este amor magnifico
entre nós:

Um tudo ou nada!

©copyright2004, Maria Amélia Fernandes

(registado na Sociedade Portuguesa de Autores)

 

 

                    

 

 

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