FELIZ NATAL

Afrikaan - Een Plesierige Kerfees

Albanes - Gëzuar Krishtlindja

Alemão - Frohe Weihnachten / Fröhliche Weihnachten

Alsacia - Gleckika Wïanachta

Arabe - Milad majid

Armenio - Shenoraavor Nor Dari yev Pari Gaghand

Basco - Eguberri on

Bohemia- Vesele Vanoce

Breton - Nedeleg laouen na bloavezh mat

Bulgaro - Tchestita Koleda

Catalão - Bon Nadal

Chinês (Cantonês) - Gun Tso Sun Tan'Gung Haw Sun

Chinês (Mandarim) - Kung His Hsin Nien bing Chu Shen Tan

Coreano - Sung Tan Chuk Ha

Corsega - Natale allegre

Creolo (Guadalupe) - Jwaïeu Nouel

Creolo (Haiti) - Jwaye Nowel

Creolo (Martinica) - Jénwèl

Croata - Sretan Bozic

Dinamarquês - Glædelig jul

Esquimó - (inupik) Jutdlime pivdluarit ukiortame pivdluaritlo

Espanhol - Feliz Navidad

Esperanto - Gajan Kristnaskon

Estonia - Roomsaid Joulu Puhi

Filandês - Hyvää joulua

Francês - Joyeux Noël

Galês - Nadolig Llawen

Gaulês - Nadolig llawen

Grego - Kala Christouyenna

Havaiano - Mele Kalikimaka

Hébreu - Mo'adim Lesimkha. Chena tova

Hindu - Shub Naya Baras

Hongrois - Boldog Karácsonyt

Indinésia - Selamat Hari Natal

Ingles - Merry Christmas / Happy Christmas

Italiano- Buon Natale / Gioioso Natale

Irlandês - Nodlaig mhaith chugnat

Japonês - Shinnen Omedeto / Kurisumasu Omedeto

Jugoslavo - Cestitamo Bozic

Latim - Natale hilare et Annum Faustum

Kabyle - Assegass amegass

Lao - Souksan van Christmas

Letão - Priecigus Ziemassvetkus

Lituano - Linksmu Kaledu

Luxemburguês - Schéi Krëschtdeeg an e Schéint Néi Joer

Malgache - Tratran'ny krismasy

Maltês- LL Milied Lt-tajjeb

Maori - Meri Kirihimete

Holandês - Een vrolijk Kerstfeest

Norueguês - Gledelig Jul

Persa- Noël mobaràk bâde

Polaco - Wesolych Swiat

Português - Boas Festas e Feliz Ano Novo

Provençal - Bòn nové

Romeno - Un Crãciun fericit

Russo -Pozdrevlyayu s prazdnikom Rozhdestva is Novim Godom

Samoa - Ia manuia le Kerisimasi

Servo-Croata - Sretan Bozic

Eslovaco - Vesele vianoce

Sobota - Dobro dedek

Sueco - Glad Yul

Checoslovaco - Prejeme Vam Vesele Vanoce a stastny Novy Rok

Tailandês - Souksaan wan Christmas / Merry Christmas

Turco - Mutlu yýllar

Ucraniano - Srozhdestvom Kristovym

Vietnamita - Chung Mung Giang Sinh

 

O SIGNIFICADO DO NATAL

 

O Natal surge como o aniversário do nascimento de Jesus Cristo, Filho de Deus, sendo actualmente uma das festas católicas mais importantes.

Inicialmente, a Igreja Católica não comemorava o Natal. Foi em meados do século IV d.C. que se começou a festejar o nascimento do Menino Jesus, tendo o Papa Júlio I fixado a data no dia 25 de Dezembro, já que se desconhece a verdadeira data do Seu nascimento.

Uma das explicações para a escolha do dia 25 de Dezembro como sendo o dia de Natal prende-se como facto de esta data coincidir com a Saturnália dos romanos e com as festas germânicas e célticas do Solstício de Inverno, sendo todas estas festividades pagãs, a Igreja viu aqui uma oportunidade de cristianizar a data, colocando em segundo plano a sua conotação pagã. Algumas zonas optaram por festejar o acontecimento em 6 de Janeiro, contudo, gradualmente esta data foi sendo associada à chegada dos Reis Magos e não ao nascimento de Jesus Cristo.

O Natal é, assim, dedicado pelos cristãos a Cristo, que é o verdadeiro Sol de Justiça (Mateus 17,2; Apocalipse 1,16), e transformou-se numa das festividades centrais da Igreja, equiparada desde cedo à Páscoa.

Apesar de ser uma festa cristã, o Natal, com o passar do tempo, converteu-se numa festa familiar com tradições pagãs, em parte germânicas e em parte romanas.

Sob influência franciscana, espalhou-se, a partir de 1233, o costume de, em toda a cristandade, se construírem presépios, já que estes reconstituíam a cena do nascimento de Jesus. A árvore de Natal surge no século XVI, sendo enfeitada com luzes símbolo de Cristo, Luz do Mundo. Uma outra tradição de Natal é a troca de presentes, que são dados pelo Pai Natal ou pelo Menino Jesus, dependendo da tradição de cada país.

Apesar de todas estas tradições serem importantes (o Natal já nem pareceria Natal se não as cumpríssemos), a verdade é que não nos podemos esquecer que o verdadeiro significado de Natal prende-se com o nascimento de Cristo, que veio ao Mundo com um único propósito: o de justificar os nossos pecados através da sua própria morte. Nesses tempos, sempre que alguém pecava e desejava obter o perdão divino, oferecia um cordeiro em forma de sacrifício. Então, Deus enviou Jesus Cristo que, como um cordeiro sem pecados, veio ao mundo para limpar os pecados de toda a Humanidade através da Sua morte, para que um dia possamos alcançar a vida eterna, por intermédio Dele, Cristo, Filho de Deus.

Assim, não se esqueçam que o Natal não se resume a bonitas decorações e a presentes, pois a sua essência é o festejo do nascimento Daquele que deu a Sua vida por nós, Jesus Cristo.

 

O PAI NATAL

 

O Pai Natal tem vários nomes dependo do país e cultura, mas independentemente do nome que ele recebe, trata-se sempre de S. Nicolau, um senhor muito simpático e generoso, que nasceu no ano de 350 d.C., em Patara. Depois de viajar por muitos sítios, S. Nicolau decidiu ir viver em Mira, onde anos mais tarde tornou-se bispo da Igreja Católica. Muitos milagres lhe são atribuídos e grande parte destes relacionam-se com a doação de presentes. Ele, hoje, ainda é vivo já que a sua Fonte de Vida é a crença das pessoas na sua existência, quando ninguém mais acreditar no Pai Natal é quando ele morre!
 

Actualmente ninguém sabe ao certo onde é que o Pai Natal vive, uns dizem que é na Noruega, outros dizem que é na Finlândia e ainda outros dizem que ele vive no Pólo Norte. A verdade é que o Pai Natal não quer que ninguém saiba onde é que ele mora, para conseguir trabalhar sem ser incomodado, pois o seu trabalho não se resume a distribuir os presentes na noite de Natal, é também necessário fazer os presentes, saber o que cada criança pediu e o que cada uma realmente merece.
 

O Pai Natal tem uma lista, que actualmente já é computorizada, de todas as crianças do mundo. O Pai Natal e os seus ajudantes, os duendes, através dessa lista sabem onde é que cada criança mora e assim podem observar o seu comportamento ao longo do ano.

 

OS REIS MAGOS

Os Reis Magos são personagens que vieram do Oriente, guiados por uma estrela, para adorar o Deus Menino, em Belém (Mateus 2, 1-12).
A designação “Mago” era dada, entre os Orientais, à classe dos sábios ou eruditos. Já o apelido de “Reis” foi-lhes atribuído em virtude da aplicação liberal que se lhes fez do Salmo 71,10.
Ignora-se a providência dos Reis Magos, mas supõe-se que fossem da Arábia, tendo em conta os dons oferecidos (ouro, incenso e mirra).
Quanto ao número e nomes dos Reis Magos são tudo suposições sem base histórica. Foi uma tradição posterior aos Evangelhos que lhes deu o nome de Baltasar, Gaspar e Melchior.
O dia de Reis celebrava-se a 6 de Janeiro, partindo-se do princípio que foi neste dia que os Reis Magos chegaram finalmente junto ao Menino Jesus. Em alguns países é no dia 6 de Janeiro que se entregam os presentes.

 

A ÁRVORE DE NATAL

 

A Árvore de Natal é um pinheiro ou abeto, enfeitado e iluminado, especialmente nas casas particulares, na noite de Natal.

A tradição da Árvore de Natal tem raízes muito mais longínquas do que o próprio Natal.

Os romanos enfeitavam árvores em honra de Saturno, deus da agricultura, mais ou menos na mesma época em que hoje preparamos a Árvore de Natal. Os egípcios traziam galhos verdes de palmeiras para dentro de suas casa no dia mais curto do ano (que é em Dezembro), como símbolo de triunfo da vida sobre a morte. Nas culturas célticas, os druidas tinham o costume de decorar velhos carvalhos com maças douradas para festividades também celebradas na mesma época do ano.

Segundo a tradição, S. Bonifácio, no século VII, pregava na Turíngia (uma região da Alemanha) e usava o perfil triangular dos abetos com símbolo da Santíssima Trindade (Pai, Filho e Espírito Santo). Assim, o carvalho, até então considerado como símbolo divino, foi substituído pelo triangular abeto.

 

 

RUDOLPH - A RENA

 

A rena Rudolph  surgiu em 1939, quando a cadeia de lojas Montgomery Ward company, com sede em  Chicago, pediu ao seu empregado Robert L. May para criar uma história de Natal para ser oferecida aos seus clientes. As lojas pertencentes à Montgomery Ward todos os anos compravam para oferecer aos seus clientes livros de Natal para colorir, e o departamento de May considerou que a criação e distribuição de cadernetas suas seria uma forma eficaz de diminuir as despesas. May, que tinha uma paixão pela escrita de livros de criança, ficou incumbido da criação dessa caderneta.

A história que May criou inspirou-se na história "O Patinho Feio", mas utilizando como pano de fundo o seu próprio passado (em criança May foi muitas vezes insultado por ser pequeno, tímido e com ar débil). Assim a sua história fala de uma rena que era rejeitada pela sua comunidade pelo simples facto de ter uma anomalia física, um nariz vermelho que reluzia.

 

Antes  de se chegar ao nome de Rudolph, pensou-se em Rollo e Reginald, mas estes dois foram rejeitados, por exemplo, Reginald foi considerado demasiado britânico.

A história de Rudolph foi escrita em verso e conforme May ia criando esses versos, testava-os na sua filha de 4 anos, Barbara. Apesar de Barabara adorar a história, o patrão de May ficou preocupado com o facto da rena ter um nariz vermelho, já que esta é uma figura por vezes associada à bebida e aos alcoólicos, não lhe parecendo a melhor base para uma história infantil. Para resolver esse problema, May levou Denver Gillen, um amigo do departamneto de arte da Montgomery Ward, ao jardim zoológico "Lincoln Park Zoo", para este fazer um esboço de Rudolph. O desenho de Gillen de uma rena com um nariz vermelho brilhante colocou um ponto final na hesitação dos patrões de May e a história foi finalmente aprovada.

Montgomery Ward distribuiu 2,4 milhões de cópias do livro de Rudolph, em 1939 e, até ao final de 1946, foram distribuídas um total de 6 milhões de cópias , isto apesar de por vezes haver uma escassez de papel por causa da Segunda Guerra Mundial (que durou até 1945).

 

No período pós-guerra, a procura da figura de Rudoph foi enorme, mas como May tinha criado a história enquanto empregado de  Montgomery Ward, era esta que detinha os direitos de autor e May não recebia royalties, assim este não participava nos lucros produzidos pela sua criação.

Contudo, May estava bastante endividado devido à doença terminal de sua mulher, tendo, finalmente, conseguido convencer Sewell Avery, presidente da Montgomery Ward, a transferir os direitos de autor para ele em Janeiro de 1947. Na posse dos direitos de autor, May ficou com uma estabilidade financeira assegurada. "Rudolph the Red-Nosed Reindeer" foi publicado para comercialização em 1947 e foi apresentada em teatros nos anos que se seguiram.

 

Rudolph deu o seu grande passo para a fama, quando o cunhado de May, o compositor Johnny Marks, criou a letra e a música para uma canção sobre Rudolph. A versão musical de "Rudolph the Red-Nosed Reindeer" criada por Mark foi, finalmente, gravada por Gene Autry em 1949, tendo vendido só nesse ano 2 milhões de cópias e transformando-se numa das músicas de Natal mais vendidas de todos os tempos.

May despediu-se do seu emprego em 1951 e passou 7 anos a administra a sua criação, passado esse tempo voltou ao Montgomery Ward, onde trabalhou até reformar-se em 1971. May morreu em 1976, tendo vivido uma vida confortável graças aos lucros que obteve com a sua rena.


Apesar da história de Rudolph ser principalmente conhecida pelo grande público através da música de Johnny Mark, entre a história de May e a canção de Mark existem diferenças substanciais.

Assim, na história de May: Rudolph não era uma das renas do Pai Natal (nem era descendência de uma delas), nem vivia no Pólo Norte. Apesar das outras renas se rirem Rudolph por causa do seu nariz, os seus pais não o viam como um embaraço, nem com vergonha. Rudolph foi criado num ambiente de amor e carinho e transformou-se numa rena responsável e segura.

Outra diferença é que Rudolph não ficou famoso quando o Pai Natal o escolheu da manada de renas por causa do seu nariz brilhante. O Pai Natal só descobriu por acidente que Rudolph tinha um nariz que brilhava, já que quando entrou na casa deste para deixar os presentes reparou no brilho que saia do seu quarto.Preocupado que o nevoeiro (que já lhe tinha causado imensos atrasos e acidentes) pudesse impedi-lo de distribuir todos os presentes, o Pai Natal pediu a Rudolph que liderasse as suas renas, tendo-lhe dito no seu regresso que sem ele, na noite passada, eles certamente se teriam perdido.

 

 CURIOSIDADES

 

A quadra natalícia não se resume a um ou dois dias, mas sim aos 12 dias que se situam entre o Natal e o dia de Reis, já na Época Medieval assim o era;

 

Os postais de Natal surgiram por volta de 1844;

 

Os pratos de Natal têm origem Medieval. Cada país tem as suas comidas especiais para o Natal, sendo grande parte destas são feitas com frutos secos, já que estes eram uma especialidade de Idade Média;

 

O azevim era uma planta sagrada para os druidas, na cultura celta.

 

Em alguns países são atribuídos nomes às renas que puxam o trenó do Pai Natal. Na tradição anglo-saxónica existem oito renas: Dasher, Dancer, Prancer, Vixen, Comet, Cupid, Donder e Blitze. Posteriormente, acrescentou-se uma outra rena de nome Rodolfo, esta tem a particularidade de ter um nariz vermelho que brilha, logo ela é a rena que lidera no trenó, já que consegue iluminar o caminho. A criação de Rodolfo deu-se em 1939, para um anúncio de Montgomery Ward Company.


 

 

 

 

       

 

 

 

 

 

 

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